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Notícia publicada na(s) categoria(s) Sociedade , por Jaline Moraes
Suposto pastor manteve em cárcere privado crianças no município de Mbanza Congo
23 de Julho de 2008 às 09:58:26
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Seis crianças acusadas de práticas de feitiçaria pelos seus pais em Mbanza Congo, província do Zaire, foram vítimas de cárcere privado, durante 15 dias, na residência de um suposto pastor da igreja Betchalome, identificado por David Diambu Afonso Nkote, segundo informou o director provincial da Investigação Criminal no Zaire (DIPC), superintendente Justino Cayumbuca.
Justino Cayumbuca afirmou que tomaram conhecimento do facto, graças a uma denúncia feita pela população, tendo o órgão realizado, de imediato, um inquérito que confirmou a veracidade da ocorrência na residência do aludido pastor.
O director da DIPC no Zaire referiu que o suposto pastor já se encontra detido, e, neste momento, está a ser movido o processo judicial que será remetido ao Ministério Público para a sua legalização, sendo que, depois, dará entrada ao tribunal, para efeitos de julgamento.
“O pastor já se encontra a contas com a justiça, por crime de cárcere privado e exercício ilegal da actividade religiosa. Ele não tem qualquer autorização da direcção provincial da Cultura que lhe concede o direito de exercer a actividade religiosa,” disse.
Quanto ao paradeiro das crianças, o responsável referiu que as mesmas foram entregues ao centro de acolhimento de crianças, localizado no bairro Bela Vista, arredores de Mbanza Congo.
Arrependido, David Diambu Nkote relatou que tudo começou quando um grupo de mulheres acompanhado de crianças apareceu em sua casa, alegando que os menores são feiticeiros e que deviam ser curados por ele.
Acto contínuo, o pastor resolveu submetê-las a um jejum de 15 dias que, segundo explicou, serviria para a purificação dos seus pecados.
“As próprias mães é que me pediram para curar as suas filhas por serem feiticeiras. O Espírito Santo orientou-me a jejuar com as crianças durante 15 dias e depois fui surpreendido pela polícia na minha residência de que se tratava de um crime. Por isso, fui parar à cadeia,” disse.
O superintendente Justino Cayumbuca aludiu que as crianças encontram-se num estado de saúde bastante debilitado devido aos 15 dias que ficaram encarceradas na casa do pastor, sem alimentação.
Para que a situação seja ultrapassada o mais rápido possível, a DIPC em pareceria com a direcção provincial da Saúde e Instituto Nacional da Criança, INAC, orientou uma dieta alimentar para as crianças mais reforçada e diversificada.
Fonte: Jornal de Angola
Justino Cayumbuca afirmou que tomaram conhecimento do facto, graças a uma denúncia feita pela população, tendo o órgão realizado, de imediato, um inquérito que confirmou a veracidade da ocorrência na residência do aludido pastor.
O director da DIPC no Zaire referiu que o suposto pastor já se encontra detido, e, neste momento, está a ser movido o processo judicial que será remetido ao Ministério Público para a sua legalização, sendo que, depois, dará entrada ao tribunal, para efeitos de julgamento.
“O pastor já se encontra a contas com a justiça, por crime de cárcere privado e exercício ilegal da actividade religiosa. Ele não tem qualquer autorização da direcção provincial da Cultura que lhe concede o direito de exercer a actividade religiosa,” disse.
Quanto ao paradeiro das crianças, o responsável referiu que as mesmas foram entregues ao centro de acolhimento de crianças, localizado no bairro Bela Vista, arredores de Mbanza Congo.
Arrependido, David Diambu Nkote relatou que tudo começou quando um grupo de mulheres acompanhado de crianças apareceu em sua casa, alegando que os menores são feiticeiros e que deviam ser curados por ele.
Acto contínuo, o pastor resolveu submetê-las a um jejum de 15 dias que, segundo explicou, serviria para a purificação dos seus pecados.
“As próprias mães é que me pediram para curar as suas filhas por serem feiticeiras. O Espírito Santo orientou-me a jejuar com as crianças durante 15 dias e depois fui surpreendido pela polícia na minha residência de que se tratava de um crime. Por isso, fui parar à cadeia,” disse.
O superintendente Justino Cayumbuca aludiu que as crianças encontram-se num estado de saúde bastante debilitado devido aos 15 dias que ficaram encarceradas na casa do pastor, sem alimentação.
Para que a situação seja ultrapassada o mais rápido possível, a DIPC em pareceria com a direcção provincial da Saúde e Instituto Nacional da Criança, INAC, orientou uma dieta alimentar para as crianças mais reforçada e diversificada.
Fonte: Jornal de Angola
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