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Notícia publicada na(s) categoria(s) Sociedade , por Jaline Moraes
Igrejas vão distribuir 50 milhões de cartilhas sobre educação
15 de Maio de 2008 às 13:28:16
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Numa iniciativa inédita na história do Brasil, pela primeira vez igrejas serão parceiras do Ministério da Educação (MEC) na mobilização de famílias, incentivando-as a acompanharem o processo formativo de seus filhos e filhas. Uma das metas do programa é a
“A mobilização social é um dos pilares do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e as igrejas têm papel forte e são referência nas comunidades em que atuam”, justificou a assessora especial do MEC, Oroslinda Goulart.
A cartilha explica como as famílias podem ajudar seus filhos e filhas no processo educativo, e incentiva-as a acompanhar o desempenho das crianças na escola e a participar dos conselhos escolares.
No lançamento do Plano de Mobilização das Igrejas Cristãs pela Educação, na quinta-feira, 8, o ministro de Estado da pasta, Fernando Haddad, disse que o desafio proposto é o de garantir qualidade com eqüidade “e alçar à parte desassistida a condição de protagonista da mudança”.
O MEC chamou para a elaboração do Plano de Mobilização o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), o Conselho Latino-Americano de Igrejas (Clai), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o movimento Todos pela Educação e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco).
Desde o ano passado, um grupo de trabalho envolveu-se na elaboração da cartilha e nas linhas de atuação das igrejas a partir das 28 diretrizes do projeto do MEC. A cartilha foi ilustrada pelo cartunista Ziraldo, criador de personagens como o Saci Pererê e histórias voltadas ao público infantil, entre elas “O menino maluqinho”.
Nas ações interativas, o plano prevê o envolvimento das igrejas em atividades lúdicas, informações em cultos e missas, almoços comunitários, conversas informais, cursos, palestras e seminários, eventos culturais tratando do tema educação. Um curso preparará líderes comunitários para o desenvolvimento do programa, que também prevê a formação de multiplicadores.
O programa quer assegurar a alfabetização de crianças até no máximo oito anos de idade, combater a repetência e a evasão escolar, valorizar a formação ética, artística e de atividades físicas, desenvolver propostas de alfabetização de jovens e adultos, garantir o acesso e a permanência de crianças portadoras de deficiência na escola.
Em reunião com bispos católicos na terça-feira, 6, Haddad disse que a melhoria da educação brasileira é a chave para o sucesso do país. Ele mencionou ações que o MEC vem desenvolvendo junto às escolas, como avaliações periódicas do ensino, aumento de recursos, publicização dos indicadores educacionais.
“Tudo isso é muito importante, mas se não tivermos a mobilização da sociedade e das famílias, não cumpriremos os prazos estabelecidos para atingir nossos objetivos”, afirmou, referindo-se à meta de elevar o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) brasileiro à nota 6 até 2022, nas primeiras séries do ensino fundamental. Hoje, a média é 3,8.
O ministro se valeu dos exemplos de alguns países que também transformaram a educação em política de Estado, e não de governo, como a Coréia do Sul e a Irlanda. “Muitos imaginam que a revolução educacional sul-coreana foi uma decisão de governo, mas na verdade foi encaminhada pela sociedade”, lembrou.
Fonte: ALC
“A mobilização social é um dos pilares do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e as igrejas têm papel forte e são referência nas comunidades em que atuam”, justificou a assessora especial do MEC, Oroslinda Goulart.
A cartilha explica como as famílias podem ajudar seus filhos e filhas no processo educativo, e incentiva-as a acompanhar o desempenho das crianças na escola e a participar dos conselhos escolares.
No lançamento do Plano de Mobilização das Igrejas Cristãs pela Educação, na quinta-feira, 8, o ministro de Estado da pasta, Fernando Haddad, disse que o desafio proposto é o de garantir qualidade com eqüidade “e alçar à parte desassistida a condição de protagonista da mudança”.
O MEC chamou para a elaboração do Plano de Mobilização o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), o Conselho Latino-Americano de Igrejas (Clai), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o movimento Todos pela Educação e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco).
Desde o ano passado, um grupo de trabalho envolveu-se na elaboração da cartilha e nas linhas de atuação das igrejas a partir das 28 diretrizes do projeto do MEC. A cartilha foi ilustrada pelo cartunista Ziraldo, criador de personagens como o Saci Pererê e histórias voltadas ao público infantil, entre elas “O menino maluqinho”.
Nas ações interativas, o plano prevê o envolvimento das igrejas em atividades lúdicas, informações em cultos e missas, almoços comunitários, conversas informais, cursos, palestras e seminários, eventos culturais tratando do tema educação. Um curso preparará líderes comunitários para o desenvolvimento do programa, que também prevê a formação de multiplicadores.
O programa quer assegurar a alfabetização de crianças até no máximo oito anos de idade, combater a repetência e a evasão escolar, valorizar a formação ética, artística e de atividades físicas, desenvolver propostas de alfabetização de jovens e adultos, garantir o acesso e a permanência de crianças portadoras de deficiência na escola.
Em reunião com bispos católicos na terça-feira, 6, Haddad disse que a melhoria da educação brasileira é a chave para o sucesso do país. Ele mencionou ações que o MEC vem desenvolvendo junto às escolas, como avaliações periódicas do ensino, aumento de recursos, publicização dos indicadores educacionais.
“Tudo isso é muito importante, mas se não tivermos a mobilização da sociedade e das famílias, não cumpriremos os prazos estabelecidos para atingir nossos objetivos”, afirmou, referindo-se à meta de elevar o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) brasileiro à nota 6 até 2022, nas primeiras séries do ensino fundamental. Hoje, a média é 3,8.
O ministro se valeu dos exemplos de alguns países que também transformaram a educação em política de Estado, e não de governo, como a Coréia do Sul e a Irlanda. “Muitos imaginam que a revolução educacional sul-coreana foi uma decisão de governo, mas na verdade foi encaminhada pela sociedade”, lembrou.
Fonte: ALC
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